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quinta-feira, 17 de março de 2011

Retratos meio ao calhas de Varsóvia

Fotos tiradas do carro, assim meio ao calhas, mas que acabam por te alguma piada. Da parte antiga de Varsóvia.






O gen. De Gaulle

quarta-feira, 16 de março de 2011

Imagens do Museu de Chopin

 A fachada do palacete onde fizeram o museu.

A porta de entrada. 

Uma partitura escrita à mão por Chopin, com várias correcções. 

Um dos pontos "modernaços", onde se podia ouvir música. Neste sítio em concreto não consegui perceber totalmente como funcionava, mas penso que passava por virar as páginas e tocar em alguns pontos para escolher as opções. 

Uma imagem de Chopin entre outros compositores "famosos" (deles só ouvi falar de Liszt), em França.

O último piano de Chopin. 

Uma parte da escadaria na entrada do palacete. 

A vista da fachada já à noite e de um nível mais baixo.

terça-feira, 15 de março de 2011

O Museu de Chopin

Há dias estive no Museu de Chopin, um dos mais recentes museus de Varsóvia. Para dizer a verdade, nem sabia que existia... Conhecia o local, o palácio onde se encontra, que é muito bonito. O museu, devo dizer, é dos mais modernos que conheço. De tanta modernice que lá há, a certa altura já estava cansada daquilo tudo e só me apetecia que aquele museu fosse dos "normais", com os textos escritos em lugares visíveis e sem computadores, ecrãs onde se toca, etc. Um pormenor interessante foi o facto de se verem constantemente pessoas a limpar os ecrãs das marcas dos dedos e até a varrer o chão (por causa da lama que se cola aos sapatos - na altura ainda restos de neve). Fiquei com a sensação que as pessoas que trabalhavam no museu eram alunos da academia musical, que fica a poucos metros.
Em geral, do museu não fiquei com grande ideia do que foi a vida de Chopin. Claro que aprendi coisas novas, mas pelo exagero de "cromice" e modernices, não consegui seguir a cronologia da vida dele de forma devida. Ouvi muita e bonita música, isso sim. O museu está cheio de pontos onde se podem ouvir praticamente todas as composições de Chopin (praticamente? se calhar estão mesmo todas...).
Quando vierem a Varsóvia, se quiserem ver algo completamente diferente das coisas relacionadas com a guerra, recomendo uma passagem pelo museu de Chopin.
Amanhã... fotos!! A não perder! ;)

segunda-feira, 7 de março de 2011

Fim-de-semana de passeio... com frio!

Estamos em plena visita dos pais, o que implica uma certa saída da nossa rotina. Pensando que no fim-de-semana ia estar bom tempo, planeámos ir dar alguns passeios. Infelizmente, o tempo esteve manhoso, com vento frio e alguns momentos de chuva/neve. Passeámos dentro e fora de Varsóvia e tenho algumas fotos giras para mostrar. Só que ainda não vai ser agora que as vou publicar. Talvez amanhã ou depois. Me aguardem!

terça-feira, 1 de março de 2011

Wola

Na semana passada tive de ir a Wola, um dos bairros mais antigos de Varsóvia. O bairro onde moro - Ursynów - é, como costumo dizer, um mundo à parte. A maior parte das vezes sinto-me como se vivesse numa cidade diferente, que faz fronteira com Varsóvia. Raramente tenho de ir para as zonas centrais da cidade, porque aqui à volta há tudo: serviços municipais, médicos, cinemas, restaurantes, hipermercados, etc. Para além disso, Ursynów encontra-se muito bem delimitado; diria até que é o único bairro de Varsóvia cujas fronteiras estão bem definidas. Nos outros bairros há sempre zonas que não sabemos muito bem se pertencem a este ou àquele, mas em Ursynów nunca encontrei nenhum sítio assim.
Wola é um bairro com muita história. Em Wola fica, por exemplo, o cemitério Powązki. Durante a IIª guerra mundial foi principalmente neste bairro que se delimitou o gueto dos judeus (ainda hoje há um fragmento do muro que pode ser visto numa das ruas). Aquando da destruição do gueto, arrasou-se completamente com tudo o que havia dentro daqueles muros, até ficar tudo quase em pó. Um ano depois, já perto do fim da Insurreição de Varsóvia, os alemães enviaram para Varsóvia um batalhão composto sobretudo por assassinos e outros reclusos que foram "re-integrados" no exército, cujo objectivo era simplesmente matar, matar, matar. À medida que iam avançado por Varsóvia, iam matando todas as pessoas que encontravam pelo caminho. Foi uma autêntica chacina em que, em coisa de dois dias, morreram quase 60 mil pessoas. Wola ficava, nessa altura, na fronteira de Varsóvia. Os soldados entraram por aí e limitaram-se a matar civis, pegar fogo às casas, empilhar cadáveres e queimá-los também, enfim, uma barbárie indescritível. Depois destes acontecimentos, Wola quase deixou de existir. Praticamente todas as construções que ali vemos hoje são do pós-guerra. No entanto, aqui e ali descobrem-se memórias do passado.
Uma curiosidade que certa vez me contaram sobre Wola é o facto da maioria das casas se encontrar um pouco mais elevadas do que o normal, isto é, o rés-do-chão não é tão baixo como noutras partes de Varsóvia. Isto porque todos os prédios foram construídos por cima das ruínas que ficaram da guerra. Para além disso, contaram-me também (uns amigos que viveram alguns anos em Wola) que quando se faz alguma escavação por ali às vezes encontram-se esqueletos ou objectos imagino que pertencentes às pessoas que ali viveram.
Pormenores sinistros à parte, em geral acho que Wola é um bairro com uma certa piada. Com o seu comércio local, meio tradicional, espaços verdes por entre as casas, elétricos a passar e casas antigas (ainda que antigo signifique dos anos 50), tem um certo charme. Quem quiser visitar Varsóvia, recomendo um passeio por Wola.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Notícia do Dia

O projecto do novo estádio da equipa de futebol polaca Polonia de Varsóvia vai ser feito por Tomás Taveira. E esta, hein?

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A lenda do Pato Dourado

Há muitos, muitos anos, numa cidade chamada Varsóvia, vivia um rapaz, aprendiz de sapateiro, que gostava de se divertir. Certo dia, ouviu alguém falar num grande tesouro que estaria escondido por baixo de um dos palácios de Varsóvia e era guardado por um pato dourado. Quem encontrasse o tesouro, ficaria com ele todo para si. Motivado pela ganância, o rapaz decidiu ir à procura do tal pato dourado. Quando chegou ao palácio, desceu para a cave e começou a procurar o animal. Ao fim de algum tempo, entrou numa sala toda iluminada pelo brilho do ouro que nela se encontrava! Tinha no meio um lago onde estava um pato dourado, com lindíssimas penas. O rapaz aproximou-se e o pato disse-lhe algo extraordinário: todo aquele tesouro seria para si! Antes, porém, deveria passar uma prova. O pato deu-lhe uma bolsa com 100 ducados e disse que, durante um dia, teria de gastar todo aquele dinheiro exclusivamente em coisas para si; não podia partilhar o dinheiro com ninguém. O rapaz partiu todo contente e no dia seguinte de manhã foi às compras. Arranjou roupas boas, comprou um cavalo e foi gastando tudo o que podia. A certa altura já não sabia em que mais haveria de o gastar, pois naquela época esta era uma quantia bastante elevada. Quando o dia já estava a terminar, passou pelo rapaz um velho mendigo. Era um antigo soldado, condecorado pelos seus esforços na guerra, mas que tinha ficado inválido e vivia do que lhe davam. Já não comia há alguns dias e pediu que lhe desse algo para poder matar a fome. Ao ver o seu sofrimento, o rapaz deu-lhe umas moedas. Nesse instante, apareceu junto dele o pato dourado. Por não ter cumprido o acordo e ter dado dinheiro a outra pessoa, o pato retirou-lhe tudo o que tinha comprado com aquele dinheiro e depois desapareceu. O rapaz ficou triste, sem saber o que fazer. Então, o mendigo disse-lhe: "O dinheiro só tem valor pelo esforço que nele investimos; o que recebemos de graça não há-de levar-nos por bom caminho". O rapaz aprendeu que a lógica proposta pelo pato dourado não era a melhor. Depois disto, voltou à sua vida de sapateiro e esforçou-se por ser cada vez melhor. Ao fim de uns tempos, chegou a mestre de sapateiro, conheceu uma linda rapariga, casaram-se e viveram felizes para sempre.

A fonte com a estátua do pato dourado, na rua Tamka, em Varsóvia

terça-feira, 8 de junho de 2010

Respondendo ao desafio da Margarida

Tenho andado com pouco tempo para bloguices, por isso aproveito o desafio da Margarida para responder pelo menos a duas questões:

1) Criei este blog quando vim viver para a Polónia, de certa forma para pôr a família e os amigos a par do que ia acontecendo por aqui. Entretanto acabei por receber visitas de toda a parte do mundo, achei piada sobretudo a pessoas do Brasil, descendentes de emigrantes polacos.
2) O primeiro post deste blog foi no dia 4 de Janeiro de 2007. Quem diria...

Mudando radicalmente de tema, por aqui finalmente chegou o calor. Tivemos umas trovoadas desgraçadas, em que em poucos minutos caía tanta água como nunca vi. O nosso atalho preferido para fugir ao trânsito, entre Ursynów e Wilanów, está fechado, porque houve desabamento de terras por causa da chuva. O Vístula esteve um espetáculo, com a água muito mais perto das pontes, copas de árvores a saírem de dentro de água e em certos sítios fazia impressão ver a água chegar onde sabíamos que normalmente não chega. Uma pequena praia fluvial a sul de Varsóvia simplesmente desapareceu do mapa. O pior disto tudo é que dizem que se calhar ainda não acabou... Desde que não chova nos próximos dias, sobretudo no fim-de-semana, tudo bem! É que estamos a preparar já a festinha de anos da Teresa e Deus queira que esteja tanto calor como no dia em que ela nasceu. Ah, é verdade, já consegui apanhar o meu primeiro escaldão nos ombros, o que é sinal que este solinho nos tem sabido muuuuuito bem.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Passamos de 8 a 80

Se no Inverno surpreendeu-me o facto do Vístula ter congelado, agora surpreende-me o facto de estar a transbordar das suas margens... Ainda não fui lá perto ver, mas daquilo que vi em fotos e filmes é incrível.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dia de sorteio

Sábado de manhã ia eu muito bem de carro pela rua Żwirki i Wigury, que liga o aeroporto mais ou menos ao centro da cidade, e vejo em cada candeeiro três bandeirinhas: uma da Polónia, uma com o logo do Euro 2012 e uma da Ucrânia. Pensei logo que haveria alguma coisa, ou que alguém importante chegasse naquele dia. Afinal foi dia de sorteio para as eliminatórias do Euro e diz que o Queirós esteve por cá. Alheada como estou, se não fosse pelas bandeirinhas, nem tinha dado por nada...

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A cidade coberta por um manto branco

Desde o início do ano (pelo menos desde dia 3, que foi quando regressei) a neve tem sido uma constante. Há dias em que neva muito, outros menos. O resultado disto são pilhas de neve por tudo quanto é sítio. Para mim é um espetáculo, adoro o tempo assim. É lindíssimo! No entanto, há dias alguém disse que há 20 anos não via tanta neve. Achei que seria um bocado exagero. Mas quando a minha sogra me mostrou o quintalzinho dela e disse que não se lembra da última vez que se formaram montes de neve como os que lá tem agora - e na sogra temos sempre de acreditar! - comecei a achar que isto afinal não é tão normal como eu pensava. Já passei cá vários Invernos e de facto se calhar nunca apanhei assim tanta neve. Já temperaturas tão baixas como as de Dezembro foi a primeira vez (no primeiro ano em que vim para cá apanhei um dia com -12ºC e foi uma excepção). E, claro, todos continuam a gozar com o aquecimento global...
No Domingo nevou tanto que algumas das principais ruas de Varsóvia estavam completamente brancas (refiro-me ao alcatrão mesmo). Numa rua, carros estacionados há vários dias tinham neve até quase meio da porta. Uma coisa incrível!... Mas giro que se farta. Nesse dia levámos a Teresa a andar de trenó pela primeira vez. Ao princípio gostou, mas depois quando começámos com ideias mais arrojadas, de deslizar por uma montanhinha, ela já não achou piada. Hoje voltei a ir com ela ao trenó, mas ela não estava de todo para ali virada. Aliás, nem na neve estava com vontade de andar. A reacção dela foi muito semelhante à que teve quando fomos à praia pela primeira vez e não queria estar na areia. E de facto em alguns aspectos a neve assemelha-se à areia da praia. Enfim, se fosse por mim, eu própria tinha rebolado na neve, descido as montanhinhas de trenó e feito mil e uma parvoíces. Mas a minha querida filha achou que aquilo não tinha grande piada e enquando não chegámos à entrada de casa (que não tinha neve nenhuma), não ficou contente.

Quando estivemos agora em Portugal, enquanto se discutia a eterna questão de voltarmos para lá, comecei a pensar no que é que havia cá que me fosse fazer realmente falta. E naquele momento, a primeira coisa em que pensei (até porque estávamos no friozinho invernoso) foi na neve. É verdade, acho que me vai fazer muita falta um Inverno sem neve. Nestes dias frios e curtos, a neve traz uma alegria e um alívio muito oportunos. Foi das melhores coisas que ganhei com vir para a Polónia.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

O Pianista

Durante a nossa estadia em Lisboa li o livro "O Pianista", que deu origem ao filme com o mesmo nome. Nunca tive coragem de ver o filme, pois achava que seria demasiado brutal e forte. A minha cunhada, que me emprestou o livro, preveniu-me logo que era intenso. Mas mesmo assim eu quis ler.
A história é contada na primeira pessoa. O pianista polaco Władysław Szpilman escreveu-o pouco tempo depois de terminar a Segunda Guerra Mundial. É a sua experiência pessoal, tudo aquilo por que passou. E, como já esperava, a história é impressionante. Não se trata de nenhum herói incrível da guerra, mas de um homem normal, como tantos outros, judeu, que lutou pela sua sobrevivência até ao limite. Só que ele, ao contrário de tantos, conseguiu sobreviver. Como refere o alemão que o encontra quase no fim da guerra, Deus quis que ele sobrevivesse. Depois de ler o livro, não consigo mesmo arranjar outra explicação para além desta.
Ontem decidi ver o filme; agora que já conhecia a história não haveria de causar tanto impacto. Apesar do excelente desempenho do actor principal (que até lhe valeu um oscar), devo dizer que fiquei desiludida. Normalmente isto acontece quando se lê um livro e depois vê o filme. Mas o que me irritou é que apresentavam muitos factos incorrectos, como por exemplo, certas situações que Szpilman observou apareciam no filme como tendo-lhe acontecido a ele. Enfim, não vou descrever todas as incoerências. Apenas queria dizer que o livro é incomparavelmente melhor que o filme (apesar do filme também ser bom... só não é lá muito verdadeiro).
Para mim, a leitura foi particularmente interessante pelo facto da história se passar em Varsóvia. Szpilman vai descrevendo locais, referindo ruas, cinemas, sítios que sei onde são! Fala do centro e de Mokotów, um bairro que conheço bem. Gostei também muito de ver um pouco como era a vida na cidade naquele tempo, antes e depois da guerra. Szpilman conta algo que eu já tinha ouvido dizer: que Varsóvia era uma cidade vaidosa, cosmopolita, elegante e com boa vida social. Depois, vai descrevendo a transformação gradual a partir do momento em que os nazis a ocupam. Como judeu que é, Szpilman vai seguindo as restrições que a pouco a pouco vão sendo impostas a esta comunidade. Mais tarde, já no gueto, mostra com grande realismo como se vivia ali. Algo que sempre me intrigou foi o facto de haver pessoas que viviam normalmente em Varsóvia durante estes anos mais terríveis. A partir da fuga do gueto, Szpilman aqui e ali vai deixando uns lamirés sobre isto. Ao descrever a sua situação e o que ia observando pela janela e dentro dos prédios, pode-se perceber um pouco como viviam os polacos "arianos", que podiam viver normalmente nas suas casas. Até ao momento em que começou a Insurreição de Varsóvia, quando todos (ou quase todos) fugiram. Szpilman mostra a verdade nua e crua, sem fantasias nem acusações, e conta como havia diferentes tipos de judeus no gueto, desde os que viviam como lordes no meio da miséria dos outros, até aos que colaboravam com os nazis e colaboraram na deportação e assassinato de muitos. Refere também a chegada de tropas de ucranianos e como estes eram sanguinários. Disto já tinha ouvido alguns polacos falar (até dizem: como é que se explica que nos territórios da Ucrância que pertenciam à Polónia não existe praticamente ninguém etnicamente polaco? Foi uma chacina desgraçada... Mas disto falarei noutra altura). O que não sabia é que também havia tropas lituanas que agiam da mesma maneira. Quereriam eles vingar-se dos polacos por estes possuírem terras que eles consideravam suas?
O que gostei neste livro é o estilo natural com que foi escrito. Não nos apresenta um ponto de vista histórico nem tendencioso. Aliás, quando foi publicado pela primeira vez, teve alguns pormenores alterados, como o facto de Szpilman ter sido ajudado por um alemão (na primeira edição aparecia austríaco). Depois, chegou mesmo a ser proibido pelos comunistas e só nas últimas décadas é que voltou a ser publicado, desta vez na versão original. Recomendo sinceramente, vale a pena ler.

Fotos: A primeira foi tirada em 1946 e a segunda em 1942, para o documento de identificação obrigatório durante a ocupação nazi.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Retratos da neve

Pormenor de uma árvore que foi cortada na Primavera, numa altura em que houve ventos muito fortes e ou alguém a cortava, ou ela se partia e caía em cima de alguém. Agora ficou um cucuruto entraçado.

Uma chaminé num telhado vizinho, provavelmente desactivada - senão não tinha neve em cima nem à volta.

A minha salsa, coitada... Não é que eu tratasse muito dela, mas mesmo assim faz alguma pena...

sábado, 12 de dezembro de 2009

Agora sim: está frio!

Se nos últimos tempos já tinha sentido vontade de me queixar do frio, então agora não sei o que dizer. Hoje chegou verdadeiramente o Inverno. Ontem já tinha estado fresco, mas hoje estivemos o dia todo abaixo de zero. Volta e meia caem uns floquinhos de neve, mas nada de especial. Os carros é que sentem mais isto, sobretudo os que - como o nosso - ainda andam com pneus de Verão. Hoje tive de andar um bocado na rua sem uma luva (a minha tendência para perder uma luva voltou a revelar-se... Felizmente acabei por a encontrar!!) e a minha mão ia congelando. Nem pensar em tirá-la do bolso. Com o frio que está não admira que a minha sobrinha polaca tenha decidido que não quer nascer e esteja a fazer a vida negra aos pais, que andam num stress desgraçado à espera do grande dia.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Retratos do céu de Varsóvia

Não tenho tido muito tempo para blogar, por isso - para não deixar o blog ao abandono - deixo aqui duas fotos do céu de Varsóvia ontem, ao fim da tarde e à noite.


quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Porque gosto de conduzir em Varsóvia

Porque posso mudar de faixa à vontade e as vezes que quiser, sem ter os outros condutores à procura da melhor maneira para me lixar.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Retratos dispersos dos últimos tempos

Só hoje é que finalmente decidi passar para o computador algumas fotos que tinha no telemóvel. Aqui deixo estas três que achei interessantes para o blog (todas tiradas já há algum tempo).

No restaurante de fast food Mała Turcja (Pequena Turquia), no Centro Comercial de Sadyba, em Varsóvia, servem kebab, grill e... pide???

A típica cromice nas aldeias - um letreiro a dizer "Uwaga zły pies, a gospodarz jeszcze gorszy", ou seja, "Cuidado, cão feroz e dono ainda pior"...

Os famosos essenciais da Compal! Num hipermercado (sinceramente já não me lembro qual) encontrei no meio das alfaces e dos tomates este cartaz meio escondido. Tem por cima a marca Ogrody Natury, que penso que comercializava estes potezinhos na Polónia. Este cartaz estava nas costas de um frigorífico onde havia produtos marca Ogrody Natury, mas não estes. Infelizmente nunca os vi à venda por cá.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A web polaca: monitor do trânsito


Há pouco tempo fiquei a conhecer outro site polaco de bastante interesse. Tem o nome oficial Zintegrowany System Zarządzania Ruchem (sistema integrado de gestão do trânsito) e trata-se de um site que apresenta o estado do trânsito nas principais artérias de Varsóvia. Podemos também ver imagens das câmaras de algumas dessas ruas. Dá muito jeito, se quisermos ir para o centro da cidade. Para além disto, indica também o estado do tempo e a qualidade do ar, bem como assinala os locais onde há obras, acidentes ou outros acontecimentos que possam dificultar a circulação do trânsito. Se vierem a Varsóvia e quiserem andar de carro, recomendo este site.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A neve é uma coisa muito gira, mas...

O mal de quando a neve derrete toda é que só se vê porcaria por toda a parte, sobretudo cócós de cão. Às vezes até parece que estou em Lisboa!