(A chegar a casa, no carro, em conversa com alguém)
Eu: ... e no fundo desta rua viramos para a rua onde nós moramos.
T.: Aquela é a rua onde EU moro.
Eu: Sim, é a tua e a minha rua.
T.: Não, é só minha.
Eu: Ai sim? Então e eu, moro onde?
T.: Mãe, a tua rua é em Portugal.
...
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
De qual gostas mais?
- T., que língua é mais fácil: o português ou o polaco?
- Hmmmm... O polaco!!
E neste momento o coração da mãe sofre... :P
- Hmmmm... O polaco!!
E neste momento o coração da mãe sofre... :P
quarta-feira, 24 de julho de 2013
A língua em minoria
Há um fenómeno que já tinha reparado na T. há uns anos e que este ano voltou em força. É a questão da língua em minoria. Quando estamos no nosso dia-a-dia na Polónia, a T. está habituada que há uma língua em maioria - o polaco - que falam todas as pessoas, e uma língua em minoria - o português - que falo basicamente só eu (ok, o pai também e o M. também já começa). É sempre assim e ela já sabe que quando vem falar com a mãe, fala na língua em minoria. Ora, o que acontece é que quando vimos a Portugal, as línguas invertem-se: a língua em maioria passa a ser o português e a língua em minoria, o polaco. E em que é que isto resulta? Que comigo passa a falar polaco e com todos os outros português! A família revolta-se por a ver a falar sempre em polaco comigo, mas a verdade é que ela não faz por mal. É simplesmente mais uma confusão do bilinguismo.
domingo, 14 de julho de 2013
Coração dividido
(A T. de férias em Portugal) - Pai, porque é que não podemos ficar sempre aqui?
- Porque o pai tem de voltar ao trabalho.
- Então tens de arranjar trabalho em Portugal.
Se a vida fosse tão simples como o raciocínio das crianças...
segunda-feira, 8 de julho de 2013
A envolvente do Estádio Nacional
Quando fomos à Festa da Ciência, como seria difícil estacionar na zona, resolvemos deixar o carro de um lado do rio e depois atravessar a ponte a pé até ao estádio nacional. Aproveitei para tirar uma ou duas fotos durante o percurso.
A envolvente do estádio nacional muito bem arranjada - resquícios do Euro 2012...
A ponte Swietokrzyska tem zona para os peões passarem e ciclovia. Ao longe vê-se o balão de ar quente da Orange onde se pode ver Varsóvia das alturas.
Vista da outra ponte, com a ponte ferroviária ao longe e barcos-hotel encostados à margem do Vístula.
Uma mini-praia fluvial com algumas pessoas.
A ponte ferroviária e o centro de Varsóvia ao longe.
(e não há mais fotos de jeito, porque estávamos a andar depressa e o telefone não dá para mais...)
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Coisas de uma criança bilingue
No sábado passado fomos a uma festa do trabalho do S., num terreno fora de Varsóvia. Havia comes, muitos bebes, actividades tipo tiro ao arco, escalada, etc., e música para dançar. As crianças brincaram um bocado e também dançaram. A certa altura, deram de seguida as músicas Kuduro e Ai Se Eu Te Pego. A T. estava a reagir como com qualquer uma das outras músicas, até que eu lhe chamei a atenção para o facto de estarem a cantar em português. Ela parou um bocado, ouviu com atenção e começou a rir-se muito, por estar a perceber algo que os outros não estavam. Achou a situação insólita e fartou-se de rir por causa disso. Os polacos sem perceber uma palavra e ela a dominar. Só por isso teve piada ir àquela festa (porque de resto foi muito secante).
terça-feira, 2 de julho de 2013
Avião
Quando estou em casa e calha ver pela janela o "nosso" avião da TAP a aproximar-se do aeroporto de Varsóvia, sinto-me como quando antigamente se viajava de carro pela Europa e de repente se encontrava outro carro com matrícula portuguesa no meio do nada.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
O meu onomástico??
Acabei de receber um mail de uma agência de traduções com quem trabalho a felicitar-me porque, segundo dizem, hoje é o meu onomástico! E esta, heim? Parabéns a mim!... Acho...
(Por acaso tinha visto que no calendário polaco o meu onomástico era a 2 de Junho. Será que 1 de Julho também é?)
(Por acaso tinha visto que no calendário polaco o meu onomástico era a 2 de Junho. Será que 1 de Julho também é?)
sexta-feira, 28 de junho de 2013
O fim do ano escolar
Hoje é o último dia de aulas nas escolas, infantários e creches. Seguem-se dois meses de intervalo (os infantários e creches públicos retomam em Agosto) e no dia 1 de Setembro lá estão as crianças todas de volta. Ontem e hoje as escolas fizeram as suas cerimónias de encerramento do ano, com entrega de diplomas, certificados, avaliações, etc. Cá na Polónia isto é algo que se leva a sério: as crianças vestem-se a rigor e a cerimónia é realizada muitas vezes com a presença de familiares.
Nós ontem tivemos a nossa no infantário. A T. estava com o seu melhor vestido e fez uma pequena representação com os colegas, antes de receber um diploma simbólico. No fim disto tudo, tivemos um pequeno ritual de agradecimentos e entrega de presentes à directora, educadoras, auxiliares, etc. E era precisamente disto que eu queria falar hoje.
Quando eu era pequena, lembro-me de ver em livros de banda desenhada os alunos levarem uma maçã à professora (o clássico era o Chico Bento). Aqui não se dão maçãs, mas há a mania de no fim do ano se dar algum presente aos professores e outros trabalhadores da escola. Alguns pais dão àquele ou àquela com quem a criança ou eles próprios tiveram melhor contacto, mas também acontece dar-se a todos indiscriminadamente. No nosso infantário, pelo menos neste dois anos em que lá temos estado, tem-se feito uma recolha de fundos entre os pais para comprar presentes para o pessoal. Claro que tudo o que envolve recolha de dinheiro dá confusão, por isso acabei por ouvir opiniões muito diferentes sobre esta questão. Mas nenhuma contra o acto em si de oferecer algo.
Em geral, todos estão mentalizados que tem de se dar presentes e nem questionam isso. Só houve uma pessoa com quem falei que, como eu, acha que é um exagero ter de se dar presentes a todos no fim do ano. Porque, se formos a pensar em todas as outras profissões, ninguém recebe presentes no final do ano por ter feito o seu trabalho (bem, há casos em que se recebem comissões ou prémios em dinheiro, mas isso é outra história). Percebo o simbolismo da questão, mas penso que se poderia resolver isto comprando pequenas coisas simbólicas, sem ter de gastar uma pipa de massa (ou mesmo não comprando nada!!). No caso do nosso infantário, este ano foi o descalabro e gastou-se imenso (porque teve de se comprar para várias pessoas e à última da hora afinal ainda para mais duas...). Por minha parte, eu também tomo conta de duas crianças várias horas por dia e a mim ninguém me da presentes! Vou ver se começo a negociar aqui em casa. ;)
Nós ontem tivemos a nossa no infantário. A T. estava com o seu melhor vestido e fez uma pequena representação com os colegas, antes de receber um diploma simbólico. No fim disto tudo, tivemos um pequeno ritual de agradecimentos e entrega de presentes à directora, educadoras, auxiliares, etc. E era precisamente disto que eu queria falar hoje.
Quando eu era pequena, lembro-me de ver em livros de banda desenhada os alunos levarem uma maçã à professora (o clássico era o Chico Bento). Aqui não se dão maçãs, mas há a mania de no fim do ano se dar algum presente aos professores e outros trabalhadores da escola. Alguns pais dão àquele ou àquela com quem a criança ou eles próprios tiveram melhor contacto, mas também acontece dar-se a todos indiscriminadamente. No nosso infantário, pelo menos neste dois anos em que lá temos estado, tem-se feito uma recolha de fundos entre os pais para comprar presentes para o pessoal. Claro que tudo o que envolve recolha de dinheiro dá confusão, por isso acabei por ouvir opiniões muito diferentes sobre esta questão. Mas nenhuma contra o acto em si de oferecer algo.
Em geral, todos estão mentalizados que tem de se dar presentes e nem questionam isso. Só houve uma pessoa com quem falei que, como eu, acha que é um exagero ter de se dar presentes a todos no fim do ano. Porque, se formos a pensar em todas as outras profissões, ninguém recebe presentes no final do ano por ter feito o seu trabalho (bem, há casos em que se recebem comissões ou prémios em dinheiro, mas isso é outra história). Percebo o simbolismo da questão, mas penso que se poderia resolver isto comprando pequenas coisas simbólicas, sem ter de gastar uma pipa de massa (ou mesmo não comprando nada!!). No caso do nosso infantário, este ano foi o descalabro e gastou-se imenso (porque teve de se comprar para várias pessoas e à última da hora afinal ainda para mais duas...). Por minha parte, eu também tomo conta de duas crianças várias horas por dia e a mim ninguém me da presentes! Vou ver se começo a negociar aqui em casa. ;)
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Agnieszka ou Marysia?
Há quem diga que todas as polacas são Agnieszkas ou Marysias. De facto, estes são os nomes femininos mais populares. Se Marysia (diminutivo de Maria) continua ainda hoje a ser um dos nomes mais dados às filhas, Agnieszka (Inês) já não tanto. Deve é ter sido o grande nome da moda na década de 70 e 80, pois onde quer que eu vá, há uma Agnieszka. A lista de contactos do meu telefone está cheia delas (e aquelas de quem não tenho o número, mas com quem me cruzo diariamente??). E a confusão que é para sabermos de quem estamos a falar? A partir de certa altura já só vamos lá evitando o primeiro nome e referindo-nos a elas pelo apelido. É que são mesmo mais que as mães!!
quarta-feira, 26 de junho de 2013
O nosso peixe era transexual
Durante 9 meses tivemos um peixe. Foi o presente de onomástico da T. Ela nunca lhe ligou grande coisa e de facto ele era apenas um elemento decorativo na nossa casa. Só que nos deu volta e meia dores de cabeça quando tivemos de viajar e deixá-lo com alguém durante esse tempo.
Apesar de ser um animal que não interage grande coisa, este peixe foi motivo de grande baralhação linguística. Tudo isto porque em português a palavra peixe é masculina e em polaco é... feminina! Então, eu que me referia sempre a ELE, tinha de ouvir os outros a chamarem-lhe sempre ELA. Na realidade era um macho, mas mesmo assim era... ela! Era estranhíssimo ele ser o tempo todo tratado como se fosse uma fêmea.
De qualquer maneira, ao fim de 9 meses de confusão de género, o nosso peixinho decidiu ir desta para uma melhor e lá foi pelo cano abaixo...
Apesar de ser um animal que não interage grande coisa, este peixe foi motivo de grande baralhação linguística. Tudo isto porque em português a palavra peixe é masculina e em polaco é... feminina! Então, eu que me referia sempre a ELE, tinha de ouvir os outros a chamarem-lhe sempre ELA. Na realidade era um macho, mas mesmo assim era... ela! Era estranhíssimo ele ser o tempo todo tratado como se fosse uma fêmea.
De qualquer maneira, ao fim de 9 meses de confusão de género, o nosso peixinho decidiu ir desta para uma melhor e lá foi pelo cano abaixo...
terça-feira, 25 de junho de 2013
Exemplo na Wikipédia
Por motivos de trabalho, tive de consultar esta página na Wikipédia. Achei curioso a imagem que dão como exemplo na versão portuguesa. :)
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Fim-de-semana à beira do lago
Passámos um fim-de-semana excelente, rodeados de amigos e de uma natureza belíssima. À beira de um lago, no meio de um enorme pinhal, numa zona que ainda não é conhecida dos turistas (só agora começa a ser conhecida pelos locais, pois durante várias décadas havia ali um centro da polícia política do comunismo e ninguém se atrevia a chegar-se sequer perto). As crianças adoraram, fartaram-se de brincar, correr, saltar, andar descalças e rebolar no chão. Ao fim do dia iam encardidas para o banho, mas muito felizes.
Na sexta apanhámos uma trovoada monumental à saída de Varsóvia, mas em contrapartida no sábado esteve um calor brutal. As peles mais claras (na nossa família o S. e a T.) ficaram logo queimadinhas. Passámos o dia numa quinta onde as crianças fizeram várias actividades e os pais relaxaram por aqui e por ali (os mais ousados foram fazer alguns desportos radicais). Eu ainda joguei um bocado de badmington, coisa que não fazia há anos. Ao fim do dia, de regresso à casa onde estávamos alojados, fizemos uma fogueira onde se assaram salsichas, cantou, conversou e passou um bom bocado.
O Domingo foi um dia mais relaxado, de passeio e descanso à beira do lago. Os mais novos e alguns pais (a propósito, ontem era o Dia do Pai na Polónia... e eu não sabia!! Ups...) aventuraram-se para dentro da água. Em suma, foi um fim-de-semana muitíssimo bem passado. Chegados a casa depois de uma viagem de várias horas (demorámos quase mais 2h para cá do que para lá... ainda estou para perceber como perdemos tanto tempo em paragens!!!), caímos todos na cama e dormimos, dormimos, dormimos... O M. foi o primeiro a acordar, por volta das 8h30 e a T. a última, já bem depois das 9!! Mas acordaram todos muito bem dispostos.
PS - Como não há bela sem senão, neste fim-de-semana calhou precisamente o solstício de Verão. Algo de que sempre gostei muito, por ser o dia maior do ano. No dia 21 tivemos um pôr-do-sol lindíssimo, com o sol enorme e o céu todo cor-de-rosa. Anoiteceu tardíssimo, o que também gosto muito. Só que, obviamente, nesta latitude, o sol nasce tão cedo que a pessoa fica toda baralhada. E o pior disso tudo é as casas não terem estores, cortinas escuras, o que quer que seja. Para não variar, o nosso quarto tinha apenas uns cortinados cor-de-laranja a fingir que tapavam a janela. Numa das noites tive o azar do M. acordar às 4h30 para beber leite. Bebeu e voltou a dormir, mas eu... quando acordo e vejo que já é completamente dia e o sol a brilhar com força na minha janela, por mais que queira já não consigo dormir a sério. Ainda consegui dormir um pouco até às 6h30, mas depois disso foi impossível. Devo ter algum bloqueio no cérebro que me diz que quando há sol, é para levantar. Claro que com nenhum dos polacos isto aconteceu, só mesmo comigo.
Na sexta apanhámos uma trovoada monumental à saída de Varsóvia, mas em contrapartida no sábado esteve um calor brutal. As peles mais claras (na nossa família o S. e a T.) ficaram logo queimadinhas. Passámos o dia numa quinta onde as crianças fizeram várias actividades e os pais relaxaram por aqui e por ali (os mais ousados foram fazer alguns desportos radicais). Eu ainda joguei um bocado de badmington, coisa que não fazia há anos. Ao fim do dia, de regresso à casa onde estávamos alojados, fizemos uma fogueira onde se assaram salsichas, cantou, conversou e passou um bom bocado.
O Domingo foi um dia mais relaxado, de passeio e descanso à beira do lago. Os mais novos e alguns pais (a propósito, ontem era o Dia do Pai na Polónia... e eu não sabia!! Ups...) aventuraram-se para dentro da água. Em suma, foi um fim-de-semana muitíssimo bem passado. Chegados a casa depois de uma viagem de várias horas (demorámos quase mais 2h para cá do que para lá... ainda estou para perceber como perdemos tanto tempo em paragens!!!), caímos todos na cama e dormimos, dormimos, dormimos... O M. foi o primeiro a acordar, por volta das 8h30 e a T. a última, já bem depois das 9!! Mas acordaram todos muito bem dispostos.
PS - Como não há bela sem senão, neste fim-de-semana calhou precisamente o solstício de Verão. Algo de que sempre gostei muito, por ser o dia maior do ano. No dia 21 tivemos um pôr-do-sol lindíssimo, com o sol enorme e o céu todo cor-de-rosa. Anoiteceu tardíssimo, o que também gosto muito. Só que, obviamente, nesta latitude, o sol nasce tão cedo que a pessoa fica toda baralhada. E o pior disso tudo é as casas não terem estores, cortinas escuras, o que quer que seja. Para não variar, o nosso quarto tinha apenas uns cortinados cor-de-laranja a fingir que tapavam a janela. Numa das noites tive o azar do M. acordar às 4h30 para beber leite. Bebeu e voltou a dormir, mas eu... quando acordo e vejo que já é completamente dia e o sol a brilhar com força na minha janela, por mais que queira já não consigo dormir a sério. Ainda consegui dormir um pouco até às 6h30, mas depois disso foi impossível. Devo ter algum bloqueio no cérebro que me diz que quando há sol, é para levantar. Claro que com nenhum dos polacos isto aconteceu, só mesmo comigo.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Sol vs. Melgas
Mais um fim-de-semana na Mazúria (argh!!), no qual se avizinha muito calor, sol e... melgas!! Tendo em conta que as melgas polacas atacam mesmo durante o dia, a questão é: devo pôr às crianças protector solar ou anti-melga??... Acho que vamos decidir no local.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Omnisciência
Que mania que a T. tem de achar que eu sei tudo!! De cada vez que respondo a uma pergunta com "não sei", fica furiosa comigo porque acha que estou a aldrabar...
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Não discutam com um polaco
Não sei se já falei aqui, mas os polacos para discutir são uns chatos. Quando digo discutir, refiro-me a todo o tipo de troca de ideias, não apenas às formas mais violentas de o fazer. Eles têm uma ideia e são capazes de a transmitir durante uma hora, dizendo a mesma coisa de várias maneiras diferentes. Apercebi-me disto só há poucos anos e confesso que me facilitou a vida. Agora já sou capaz de cortar certas conversas a meio, quando percebo que a pessoa vai tentar dizer outra vez o mesmo, mas por outras palavras. Para eles isto não faz confusão nenhuma. Para mim, é horrível. O próprio S. já se ri disto e reconhece ser verdade. O que em Portugal se diz com meia dúzia de palavras, na Polónia precisa de meia dúzia de frases, ou se calhar meia dúzia de parágrafos. Comparável a isto, só as pessoas em Portugal a quem se pedem indicações no caminho que explicam como se vai dar ao sítio de dez maneiras diferentes (quer dizer, o caminho é o mesmo, as palavras é que vão mudando). Só me consigo lembrar disto:
terça-feira, 18 de junho de 2013
Futebol americano
Há dias, passaram por nós quatro rapazes vestidos como jogadores de futebol americano (sim, são rapazes, apesar de na foto parecerem raparigas). Foi a primeira vez que a T. viu algo do estilo. A sua curiosidade habitual deu logo sinal de vida.
- Pai, porque é que eles estão assim vestidos?
- Porque são jogadores de futebol americano.
- Não, pai! Porque são astronautas!!
- Pai, porque é que eles estão assim vestidos?
- Porque são jogadores de futebol americano.
- Não, pai! Porque são astronautas!!
segunda-feira, 17 de junho de 2013
A Festa da Ciência
Depois de ver os nossos planos de sábado alterados, acabámos por ir à Festa da Ciência no Estádio Nacional, organizada pelo Centro de Ciência de Copérnico (um sítio que vale mesmo a pena visitar, mas isso fica para outro post). Deixámos o M. com a avó e seguimos rumo ao estádio. A T. aguentou-se muito bem, tendo em conta que andámos sei lá quantos quilómetros. À volta do estádio havia mais de cem barraquinhas onde diferentes instituições apresentavam coisas ligadas à ciência. Eram tantas e havia tanta gente que devemos ter visto talvez 10% ou menos do todo. Para além de que a maioria das coisas era mais para crianças a partir dos 10 anos. Mesmo assim, a T. ainda conseguiu participar em algumas coisas, incluíndo numa experiência de construção de um foguetão. O S. fez um jogo sobre gestão financeira e ganhou moedas de chocolate. No meio de milhares de pessoas ainda conseguimos encontrar uns amigos e, para maior coincidência, encontrámo-nos diante da barraquinha onde estava outro amigo nosso a fazer tijolos de barro para os miúdos construirem um mini-estádio.
Um robô que reage aos movimentos das mãos das pessoas. Se fazemos com a mão sinal para vir, ele vem; se fazemos sinal para parar, ele pára.
Conforme esta menina dava à bomba, o nível da água ia subindo.
O foguetão da T. Quando se aperta a garrafa, a ponta azul salta.
O interior de um carro com os materiais todos à mostra. No banco da frente de lado vê-se a bolsa com o airbag.
sábado, 15 de junho de 2013
Que planos para hoje?
Hoje era para ser a festa de anos da T., mas como o M. ficou doente tivemos de cancelar. Como alternativa, se calhar optamos por uma das festas ao ar livre que se fazem nesta época do ano, para a T. se divertir um bocado. Está um dia lindo de sol, pode ser que o M. não fique mal com uma saida (ele coitado já está fartinho de estar fechado em casa). É que de facto na Polónia os dias de bom tempo são mesmo para aproveitar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


