A certa altura, parámos junto de um senhor para lhe comprar umas pêras que tinham óptimo aspecto. Quando estávamos quase a ser atendidos, lembrei-me de pedir também mel, pois o senhor também o vendia. Depois de ter estado horrivelmente constipada em Lisboa e de ter ficado fã do leitinho com mel (que afinal não era mel, mas isso é uma longa história), pensei que se calhar seria bom ter mel em casa, para o caso de ser preciso. Neste momento, o Stas vira-se para mim e pergunta: "Que tipo de mel queres?". Eis que me dá um bloqueio. Na minha

Depois de regressarmos, ouvi uma grande história sobre o mel. Diz então que na Polónia há uma grande tradição de apicultura, já muuuuuito antiga. Os apicultores instalam-se perto de certo tipo de vegetação e assim as abelhas vão produzindo diferentes tipo de mel. Parece que é a abelha-mestra que indica às outras que tipo de pólen elas têm de recolher. Agora, como é que a abelha-mestra se entende com o apicultor, isso já não sei. O que sei é que existem vários tipos de mel, de acordo com os diferentes tipos de pólen. O mel lipowy, que nós comprámos, é mel de tília. Vi que também existe mel de acácia, de framboesa (imagina!) e de outras coisas cujos nomes não consigo entender.
3 comentários:
Em Portugal também há mel de várias qualidades consoante a planta que produz o polen. Aqui no Oeste é comum o de eucalipto. De tília nunca ouvi falar. É bom?
Acho que sim. Mas eu não sou boa pessoa para comparar o sabor do mel... Pelo menos este sabe-me igual a qualquer outro mel. Bem, mas tendo em conta que eu não sabia que podiam existir diferentes tipos...
cá há muito, de rosmaninho, de alecrim, etc etc etc
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